Eu olhava pra ela, e ela me
encarava como um animal faminto que não tinha comido nada há dias, um olhar de
desejo, confesso que tentava me controlar, era mais difícil para mim, porque
aquela saia que ela usava e o poder de sedução que ela tinha, era quase mais
forte que eu, além de que sala de cinema não é lugar de... Eu já sentia estar
toda molhada, só de ficar admirando aquelas pernas cruzadas e a língua dela
molhando os lábios, minha imaginação já ia bem mais do que estava acontecendo.
Estávamos a três poltronas de distancia, foi quando me levantei para ir ao
banheiro. Saí de cabeça baixa e passei por ela, sem nem trocar olhares, percebi
que ela também se levantou e saiu atrás de mim, a passos lentos, me seguiu até
o banheiro, abri a porta e fui em direção ao ultimo Box, entrei e ia fechando a porta quando ela
segurou a mesma, e olhou para mim, eu toda sem jeito disse somente um “OI”, mas
ela me empurrou delicadamente pra dentro e fechou a porta, me afastou pro lado
de costas pra parece e se encaixou no meu corpo, sem dizer uma palavra ela
segurou no meu pescoço e me beijou, eu não sabia onde por minhas mãos, mas
depois de certo tempo eu já ia entrando no compasso do beijo e swing que ela me
fazia entrar, isso me excitava. Minha calcinha deslizava em mim, a segurei pela
cintura, e coloquei ela contra a parede e por trás comecei a beijar o pescoço e
subi a saia e aproveitando passei a mão na boceta dela pra sentir se estava
molhada, apertei um pouquinho para ela saber o que eu queria, é claro que
estava óbvio o que eu queria, mas isso dá um tesão do outro mundo. Sua calcinha
estava coberta por aquele líquido doce, apertei mais uma vez e desci a calcinha
dela, a virando para ficar de frente pra mim, e eu mesma tirei minha calça,
colocando a minha mão na minha vagina e tirei trazendo a mão toda molhada. Coloquei
na vagina dela, também molhada, como se fossemos cachorros no cio, isso deixou
ela com mais tesão ainda, e a única coisa que ela disse até o certo momento
foi:
- Me come gostoso, me chupa.
Sem pensar duas vezes, a sentei
na bacia do banheiro e abri suas pernas. Comecei a chupá-la compulsivamente, e
ela apertava meus cabelos e pressionava minha cabeça como se pedisse mais, eu
gostava de sentir aquela vontade louca, fui colocando um dedo nela, e ela disse
gemendo, até parecia que não estávamos no banheiro de cinema:
- coloca dois, coloca os dois.
Eu enfiei dois dedos, e fiquei mexendo
lá dentro, ao mesmo tempo em que lambia ela toda. Foi quando ela entrou em
êxtase e gritou sem se preocupar com nada, -
ai, vou gozar. Aquilo me satisfazia completamente, e continuei arduamente
meu trabalho. Ela pressionou minha cabeça com suas pernas e eu percebi ali que
ela estava gozando, gozando de verdade, ela terminou e me deu um sorrisinho
respirando fundo. A partir daí não trocamos mais uma palavra, cada um pôs sua
roupa e nem beijo de despedida existiu, foi tudo muito “profissional” me senti
como uma dama da noite. Ela abriu a porta no Box e me deu um bilhete que dizia:
SÁBADO, 9 HORAS DA NOITE, SALA 11, FILME: O HOMEM QUE NÃO AMAVA AS MULHERES. E
saiu.
Por: M. P.
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