quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

A morena da festa


          Morena, olhos verdes e estupidamente provocante. Essa é a descrição perfeita para ela. Foi em uma festa. Logo quando cheguei, nossos olhares se encontraram e foi atração instantânea. Meu corpo já começou a ficar tenso e então eu me dirigi ao balcão de bebidas e pedi uma vodka. Engoli todo conteúdo do copo de uma vez e me virei em direção ao lugar onde o pessoal estava dançando, encostando meu cotovelo sobre o mesmo.  A morena não poupou tempo e foi logo se aproximando de mim. Ela estava com um vestido colante vermelho e uma bebida na mão. Veio dançando e cada vez mais se aproximando. Meu corpo já estava ficando quente, a morena era sexy demais. Ela ficou em minha frente, aproximou a boca de meu ouvido e sussurrou lentamente:
- Me leva pra sua casa agora.
Não pensei duas vezes, peguei a chave do carro e fui pra casa com a morena. Chegando lá, coloquei a chave em cima da mesinha, a empurrei no sofá e a beijei de forma intensa. Levei minha mão para sua coxa, acariciando a mesma enquanto levava a outra em seu vestido, rasgando vorazmente e a deixando de calcinha e sutiã somente. Levei a boca em seu pescoço e comecei a chupa-lo até deixar totalmente marcado. Pressionei minha boceta na dela bem forte e já sentia leves respirações ofegantes. Não parei com o movimento até sentir o órgão dela molhar bastante. Deslizei minha mão até seu sutiã e o retirei, descendo a boca por seu pescoço e chegando no bico de seu seio, que já permanecia duro. Chupei-o com vontade, intercalando movimentos com a pontinha da minha lingua. Coloquei a mão em sua boceta, por cima da calcinha e já sentia o calor exalado da mesma. Ela me empurrou, ficando por cima de mim e arrancando com vontade toda minha roupa, desceu a boca por minha barriga, dando mordidas e chegando no meu clitóris por cima da calcinha. Senti a lingua dela passar levemente. Senti a calcinha molhar cada vez mais e então ela tirou. Meu corpo estremeceu quando ela colocou sua lingua em meu clitóris e começou a me chupar com muita força. Minha respiração ficou ofegante e forte, juntamente com meu gemido. Levei minhas mãos pros meus seios, ergui minha cabeça pra trás enquanto sentia aquela lingua me levar ao delírio. Eu estava louca de tesão e demorou pouco tempo pro apse de prazer tomar conta de mim. Dei os últimos gemidos altos e senti escorrer meu liquido. Ela lambia tudo enquanto me olhava com uma cara de safada. Estava adorando aquilo tudo. Sentei no sofá e a coloquei sentada em meu colo, de frente pra mim. Dei um beijo em sua boca, sentindo o meu gosto enquanto levava minha mão para sua boceta, apertando devagar seu clitóris com dois dedos. Desci um pouco os mesmos e meti com cuidado, girando-os. Continuei um movimento só que dessa vez, mais rápido. Ela gemia alto de prazer. Seu gemido deixava meu corpo tremendo. A deitei no sofá, encaixando nosso quadril. Continuei com os beijos e pressionei seu clitóris com meu corpo. Parei de beijar e desci minha boca, passando a ponta da língua por seu corpo até chegar ao seu clitóris. Mordisquei o mesmo com cuidado e dei chupadas em seguida. Ela mexia o quadril ao sentir minha lingua chupando com vontade. Ela puxou minha cabeça pelo cabelo e levou sua boca em meu ouvido, sussurrando baixinho:
- Come meu cu.
Mordi meu lábio, e a beijei. Levantamos do sofá e fomos para meu quarto. Abri meu guarda-roupa e peguei uma cinta-pau. Olhei para ela, dando um leve sorriso safado. Ela deu um riso baixo, ficou de quatro na cama. Mas essa situação eu conto depois porque agora eu vou encontrar a morena pra mais uma noite de prazer.


Por L. E.

sábado, 21 de janeiro de 2012

Aventura Sexual


              Eu não morava muito longe da cidade dela. E isso bastava para minha mente criar coragem para pegar minha moto e vagar a seu encontro. Cheguei a um bar escuro, onde homens bebiam sem a menor noção.  Avistei seus cabelos esvoaçantes, enquanto ria de piadas inúteis. Aproximei dela, tirei minha luva, coloquei no bolso da calça e levei minha mão fria até seu ombro, enquanto colocava minha boca em seu ouvido e sussurrava com um ar quente que eu tinha chegado. Ela me olhou com o canto dos olhos, deu um sorriso e respirou fundo. Eu peguei  sua mão, fazendo com que ela se levantasse e em seguida, coloquei suas mãos em minhas costas, um pouco a cima da bunda e beijei sua boca de forma intensa. Parei o beijo, olhando-a  com ar de malícia, entrelaçando nossos dedos e  levando-a em direção ao banheiro feminino. Entrei no banheiro e fui logo a jogando pra dentro boxe. Senti uma mão pela minha cintura, empurrei contra parede e fechei a porta rapidamente. Ela beijou meu pescoço, passando a ponta de sua língua no mesmo. No mesmo instante, senti minha calcinha molhar.  Beijei-a com muita sede e vontade enquanto ela levantava minha perna pra sua cintura, encaixando nossos corpos. Sua mão ia descendo por minha cintura e subindo por dentro da minha camiseta a procura do meu seio. Minha calcinha já não estava molhada, já sentia escorrer toda minha libido sexual. Já levando seus dedos por cima da minha calça jeans, eu sussurrava:
- Me come agora, to louquinha pra sentir seu dedo me comer gostoso.
Ela não mediu esforços. Ficou com mais tesão ainda e abaixou minha calça, juntamente com a calcinha. Levou uma mão até pontinha de meus seios que já se encontravam enrijecida e os puxou com uma força razoável. A outra mão ela usava para acariciar meu clitóris. O cheiro de sexo molhado já estava penetrando os ares, me deixando mais sagaz por querer aquela boca delicada chupando meus cantos sensíveis. Então ela escorregou dois dedos para dentro de mim e começou a me sentir cavalgar num vai e vem sensual, deixando ambas enlouquecidamente com tesão. 
O ritmo foi se intensificando e meus gemidos aumentando enquanto ela descia a boca pro meu clitóris e chupava sem parar. Coloquei minha mão nos seus cabelos e puxei com força. Meus gemidos ficaram mais altos e então eu puxei a cabeça dela para trás e disse:
- Isso é só para esquentar. Pegue suas coisas que nós vamos para sua casa.
Ela não pensou duas vezes. Saímos daquele banheiro com uma expressão impossível de descrever. Ela se despediu dos seus amigos, montou em minha moto e fomos para sua casa. A escolha foi rápida, não deu tempo nem para respirar, fomos direto para a mesa de sinuca. Mas essa aí é outra situação que depois eu conto.


Por L. E